Produtividade de vendas: introdução à ferramentas

Produtividade de vendas: introdução à ferramentas

Segundo Diego Wagner, CEO da Meetime, o caminho que as empresas devem seguir no início é não utilizarem tecnologia muito cedo. Mesmo contrário a seu próprio modelo de negócio ele explica que de nada adianta investir em tecnologia para potencializar vendas se não há definição do product market fit.

Ele relata que definir o product market fit, ou seja, o momento em que um grupo de pessoas ou empresas, com interesses semelhantes, se mostram dispostos a pagar pelo seu produto deve ser uma obsessão nos primeiros seis meses de uma empresa.

Uma das dicas para saber se o product market fit foi alcançado é avaliar se a dor que você pretende resolver realmente existe, e se as pessoas estão dispostas a pagar por uma solução que a atenue.

Outro ponto que pode ser avaliado é o andamento das vendas, se houver uma penetração fluida no mercado e seus atuais clientes renovam o contrato naturalmente, parabéns o seu product market fit está validado.

O próximo passo é investir em um processo bem definido de vendas. Definir o cliente ideal sobre seu product market fit e a partir disso investir em equipe e ferramentas. Wagner propõe que a partir do momento que a empresa tem um processo de vendas alinhado e está adquirindo mais clientes este é o timing ideal para colocar tecnologia ao processo e multiplicar o resultado que já vem ocorrendo.

product market fit

Mas, por que usar ferramentas?

Normalmente o dia a dia de uma equipe de vendas é movimentado, com várias calls, conversas por telefone, reuniões e até mesmo em alguns casos visitas presenciais.

Olhando para todas essas tarefas, é natural que sem a ajuda de ferramentas haja caos, overbooking de vendedores ‘batendo a porta’ do mesmo cliente e, consequentemente, a perda de prospects pela desorganização.

Além disso, o uso de ferramentas irá nutrir a equipe de vendas com dados, para a avaliação de performance e otimização de ações que podem ser interessantes para a passagem de bastão ao CS, por exemplo.

André Denófrio, Consultor da Ontrack, explica ser comum as empresas terem um pouco mais de força em vendas, porém pontua que quanto melhor acontecer o relacionamento entre as áreas, com especial atenção entre vendas e CS, melhor serão as taxas de retenção, dado que também impacta vendas.

Introdução à ferramentas

Segundo Cassiano Cassagrande, diretor de vendas da Conpass, uma das primeiras ferramentas a ser avaliada é o uso de uma agenda automatizada. Mesmo parecendo básica, algumas empresas acabam descuidando desse detalhe, que impacta diretamente na performance e na organização da empresa.

Outra ferramenta básica indicada pelo profissional, é o CRM (Customer Relationship Management) Agendor, uma ótima opção, pois além do plano grátis para até 2 usuários, há suporte em português e dependendo das necessidades de cada negócio pode se encaixar muito bem em uma empresa que está começando.

Para se aprofundar no assunto, conhecer mais sobre ferramentas de vendas e principalmente responder a perguntas como: ‘O aumento da produtividade de vendas significa exatamente o que no seu negócio?’, e ‘Se você aumenta 40% de suas vendas, você necessariamente aumentou sua produtividade?’, baixe gratuitamente nossa revista ‘Produtividade de vendas: quais ferramentas utilizar’.

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Jornalista na CONPASS, roteirista e cineasta. Formado em jornalismo com pós graduação em cinema e mestrando em Literatura. Nas horas vagas lembro do vendaval que varreu Macondo e combato o crime em Gotham City. Acredito na teoria de que o jornalismo tem por missão educar e não apenas informar.